É isso o que Rafe Needleman, editor do site CNET, aborda em seu artigo dessa semana na coluna Rafe's Radar. Ele lembra dos chamados "stereoblind", que nada mais são do que pessoas que não têm a capacidade de enxergar imagens em profundidade, devido a problemas no cérebro ou no globo ocular. Segundo o artigo, essas pessoas correspondem a algo em torno de 4% a 10% da população mundial.
Os "stereoblind", também chamados de "flat viewers", no entanto têm uma alternativa caso queiram realmente enxergar o mundo em 3D - e consequentemente fazer parte da audiência de todos os filmes e programas de TV que irão tirar proveito da tecnologia esteroscópica.
O Dr. Brad Habermehl, presidente do College of Optometrists in Vision Development, é um dos profissionais que trabalham oferecendo tratamento para esse tipo de deficiência. Segundo ele, é possível treinar a visão para enxergar em três dimensões, em um processo que utiliza exercícios e acessórios específicos, como lentes.

A neurocientista Susan Barry também é citada no artigo como uma das pessoas que se submeteu a esse tipo de tratamento e conseguiu transformar a sua visão "achatada" em visão tridimensional - experiência que ela relatou no livro Fixing My Gaze, que figurou como o quarto livro científico mais vendido de 2009 no site Amazon.com.
Portanto, para os que estão entre essa pequena porcentagem da população, ainda há esperança para que tirem proveito do que o cinema, a TV e os games terão a nos oferecer na próxima década. A não ser, é claro, que a pessoa tenha um dos olhos faltando, pois é necessário um esforço conjunto dos dois olhos para proporcionar o efeito 3D - mas quem sabe não criam o olho biônico até 2020?
Transcrito do site Adrenaline
Transcrito do site Adrenaline










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