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29 abril 2010

Beleza e sex appeal são tão importantes quanto graduação universitária e/ou qualificação profissional.


Um estudo realizado pela London School of Economics afirma que beleza e sex appeal - na cultura de nossa moderna sociedade - são bens pessoais tão importantes, quanto graduação universitária e/ou qualificação profissional. A pesquisa confirma que o “capital erótico” é essencial no mercado de trabalho, na política, na mídia e nas artes.

Seis elementos compõem o fator denominado “capital erótico”: beleza, atração sexual, atração social, extroversão, apresentação e a própria sexualidade de cada um. A pesquisa aponta que o tal do sex appeal é tão importante no dia a dia como outras caractéricas já essenciais, como o conhecimento cultural, o poder econômico e a posição social.

As mulheres levam vantagens sobre os homens nessa área. Isso porque, além de elas se preocuparem mais em ficar bonitas e em se vestir bem, o interesse sexual dos homens é maior que o feminino, especialmente entre pessoas com 35 anos ou mais.

27 abril 2010

Porque comemos pipocas no cinema?


Apagam-se as luzes, os refletores de projeção se ascendem e a maioria das pessoas que ocupa a sala do cinema está com o seu pacote de pipoca entre as mãos. Mas, porque esse costume?

Esse costume foi inventado nos Estados Unidos entre 1929 e 1933, época da Grande Depressão que levou treze milhões de norte americanos ao desemprego. Devido a precária situação financeira, o principal meio de entretenimento era o cinema, na época um espectáculo acessível a todos os orçamentos. E, para ter o estômago igualmente entretido durante a exibição, os pobres espectadores compravam pipocas, que eram feitas da matéria prima mais abundante e mais barata daquela época nos Estados Unidos: o milho. 

Hoje, nos Estados Unidos, as vendas de pipoca chegam a 45% dos lucros dos cinemas! Os americanos consomem, por ano, 15,12 bilhões de litros de pipoca, cerca de 51 litros por pessoa. No Brasil, são 80 mil toneladas anualmente

Recentemente, o presidente da Sony Pictures propôs aos exibidores que oferecessem lanches mais saudáveis, como: iogurte e saladas de frutas, mas a moda não pegou. O costume da pipoca já está arraigado na população norte americana e se propagou para o mundo inteiro.

25 abril 2010

Trabalhar menos: a solução dos problemas do planeta?


Não, não se trata de um sonho. Um grupo de pensadores de origem inglesa argumenta que uma semana de 21 horas laborais pode ser uma solução para muitos dos problemas ambientais e sociais do planeta. 

Trata-se da Fundação para uma Nova Economia (NEF, na sigla em inglês), que publicou um relatório denominado “21 horas - Por que uma semana laboral mais curta pode ajudar todos a prosperar no século XXI”. Segundo esta visão, a redução das horas de trabalho pode distribuir melhor a renda e proporcionar maior bem-estar à população. 

"Muitos de nós estamos consumindo muito acima de nossas possibilidades econômicas (leia-se “endividando-se”) e muito além dos limites do meio ambiente, e mesmo assim, não conseguimos nos sentir melhor. Enquanto isso, outros sofrem com a pobreza e a fome", afirma o relatório da NEF. 

"Avançar na direção de uma semana laboral muito mais curta poderia nos ajudar a romper com o hábito de viver para trabalhar, trabalhar para ganhar e ganhar para consumir. [...] Uma semana de 21 horas poderia ajudar a distribuir o trabalho pago de forma mais equitativa entre a população”. 

A premissa é simples: as pessoas que trabalham demais, com uma semana laboral mais curta, poderiam reduzir o estresse e melhorar sua qualidade de vida, ganhando tempo para viver de forma mais sustentável, praticando o consumo responsável e se concentrando em outros valores que não os materiais.

Por sua vez, as horas economizadas poderiam ser assumidas por pessoas hoje desempregadas, repartindo a riqueza de forma mais equilibrada. 

O relatório indica também que a redução da jornada poderia engendrar uma economia mais robusta, que não se baseie no crédito, mas reconhece que o processo deve ser gradual. 

O documento do NEF pretende promover a discussão para viabilizar esta nova visão entre a sociedade. Trata-se de uma ideia simples, mas realmente interessante. Apesar de a implementação maciça ser um tanto complicada, como seria deixar de “viver para trabalhar, trabalhar para ganhar e ganhar para consumir” e começar a trabalhar para viver? É um ponto para reflexão dentro da esfera de ação individual. Qual é a sua opinião?

Relatório completo: 21 hours

24 abril 2010

A folha da maconha foi cunhada numa moeda, pode?


Os habitantes da pequena República de Benin, país da África ocidental, parecem gostar mesmo da "marijuana". Para confirmar essa verdadeira paixão a Casa da Moeda daquele país acaba de cunhar uma nova moeda em homenagem a famosa planta conhecida cientificamente por canabis sativa e popularmente por maconha.

Segundo eles, a homenagem faz parte do início de uma campanha que promove o lançamento de uma nova série de moedas, que passaram a circular em Benin, dedicadas as plantas mais populares do universo e intitulada "Fameuse Plantes du Monde".

A maior peculiaridade de tudo isso, é o fato da moeda apresentar o cheiro típico da maconha. Para sentí-lo , basta esfregar suavemente a folha de cor vede contida no seu anverso e cheirá-la. A folha verde (vide imagem acima) que representa a "canapa" foi devidamente colorida com uma tinta especial que ao ser esfregada exala o seu cheiro característico.

Não é nenhuma surpresa se essa exótica moeda de Benin passar a ter circulação mundial. Não pelo seu valor de troca, mas como um  objeto  raro, que desperte a cobiça de alguns colecionadores para o inusitado objeto. Assim como, para alguns, a moeda do dólar americano traz sorte à quem a tem em sua carteira, é bem provável que a moeda "emaconhada" também tenha seus benefícios e seja de bom alvitre tê-la em nosso poder.

23 abril 2010

Greenwash: você conhece esse badalado termo inglês?


Em inglês, o termo greenwash é uma mistura de green e whitewash, sendo que este último é uma espécie de tinta branca barata aplicada na fachada de casas. A expressão costuma ser usada para se referir ao que eles entendem como propaganda corporativa que tenta mascarar um desempenho ambiental fraco. Agora, há uma preocupação crescente. Corporações estão usando freneticamente latas de greenwash, o que traz conseqüências graves à credibilidade de todo o campo da comunicação ligada à sustentabilidade.

Segundo Rogerio Ruschel*, os seis pecados do apelo greenwashing são:

Pecado dos malefícios “esquecidos”

O principal pecado encontrado na pesquisa, estando em 56% dos produtos pesquisados, caracteriza-se pelo fato do produto destacar apenas um benefício ambiental e “esquecer” os outros. Exemplos: Meu produto é reciclável (mas é extremamente gastador de energia e água para ser produzido); meu produto é feito sem teste em animais (mas sua decomposição natural pode prejudicar a cadeia alimentar natural).

Pecado da falta de provas

Representando 26% das promessas encontradas, é utilizado por produtos que anunciam benefícios ambientais sem comprovação científica ou certificação respeitável. Nesta categoria são encontrados xampus que não são testados em animais, produtos de papel com uso de material reciclado, lâmpadas com maior eficiência energética – todos sem comprovação dos argumentos disponível ao consumidor.

Pecado da promessa vaga

Entre as promessas vagas – encontradas em 11% dos produtos pesquisados – estão produtos “não-tóxicos” (e sabemos que qualquer produto em excesso pode intoxicar uma pessoa); produtos “livre de químicos” (o que é impossível, porque todos os insumos de todos os produtos têm elementos químicos em sua composição); “100% natural” (urânio, arsênico e outros venenos também são “naturais”); “ambientalmente produzido”, “verde”, “conscientemente ecológico”, todas promessas 100% vagas. E estamos falando de embalagens – imagine aqui no Brasil as promessas vagas que vemos diariamente na propaganda…

Pecado da irrelevância

Pecado encontrado em 4% dos produtos pesquisados, caracteriza-se por destacar um benefício que pode ser verdadeiro, mas não é relevante. A mais irrelevante das promessas foi a relacionada ao CFC, banido do mercado norte-americano nos anos 70: inseticidas, lubrificantes, espumas de barba, limpadores de janelas e desinfetantes, por exemplo, todos livres de CFC. A promessa é irrelevante porque, se não fossem livres de CFC, estes produtos não teriam licença para estar à venda no mercado…

Pecado da mentira

Encontrado em 1% dos produtos, é simplesmente uma mentira deslavada.

Pecado dos dois demônios

Encontrado em 1% dos produtos, são benefícios verdadeiros, mas aplicados em produtos cuja categoria inteira tem sua existência questionada, como cigarros orgânicos, inseticidas ou herbicidas orgânicos.

Ainda não existe no Brasil um grupo que analise e aponte os produtos com “greenwashing”, mas esse movimento logo poderá chegar aqui, e é bom que as empresas realmente divulguem em suas embalagens a verdade e que antes de anunciarem façam uma boa análise de seus produtos.

*Rogerio Ruschel é diretor da Ruschel & Associados Marketing Ecológico e editor da revista eletrônica Business do Bem, onde este artigo foi publicado originalmente.

22 abril 2010

Top 10 dos jogadores mais ricos, segundo a revista Forbes


O britânico David Beckham. o português Cristiano Ronaldo e o brasileiro Kaká lideram a lista dos jogadores de futebol mais ricos em 2009, segundo lista elaborada  pela revista Forbes e publicada hoje.

A pesar de está em final de carreira, Beckham, de 35 anos, continua sendo o jogador que mais ganhou dinheiro no ano passado, com rendas anuais que chegam a 40 milhões de dólares, graças aos diversos contratos publicitários que ele mantém com empresas como Adidas, Giorgio Armani e Motorola.

Cristiano Ronaldo do Real Madrid, eleito pela FIFA o melhor jogador do ano de 2008, vem logo em seguida, faturando a "modesta" quantia de 30 milhões de dólares. Nike, Coca-Cola e Giorgio Armani, são algumas das famosas patrocinadoras que Ronald, de 25 anos de idade, empresta sua imagem e que complementa a sua renda recebida do clube merengue, com quem firmou contrato por 06 anos, pela cifra de 15,5 milhões de dólares somente por uma temporada.

Kaká, 28 anos de idade, é o terceiro na lista dos jogadores mais bem sucedidos, com um faturamento anual de 25 milhões de dólares.

Ronaldinho, Thirry Henry, Messi, Lampard, Terry, Ibrahimovic, Gerrard e Rooney completam a lista "Top 10" dos jogadores mais ricos e que mais  faturamento em 2009. Essa lista foi elaborada pelo Forbes levando em consideração os salários, os incentivos e as receitas publicitárias recebidas por cada jogador em particular.

19 abril 2010

Por que tanta gente casa e separa várias vezes?


Para criar variação genética e, ao mesmo tempo, garantir a saúde e segurança de nossos filhos enquanto eles dependem inteiramente do pai e da mãe. “Divorciar-se e casar-se de novo é uma atitude muito comum em nossa história evolutiva, o que me faz acreditar que nós somos mamíferos com tendências à monogamia em série”, diz a pesquisadora e antropóloga americana Helen Fisher.

Da onde Helen, PhD em antropólogia biológica, tirou essa ideia? Observando a natureza. Monogamia é uma característica muito, mas muito rara. Apenas 3% das espécies de mamíferos, por exemplo, são monogâmicas. Porém, é muito comum que ela ocorra entre pássaros – e isso acontece por uma boa razão. Eles têm de formar casais porque um deles precisa sentar constantemente sobre seus ovos e o outro precisa alimentá-lo para que não morra de fome. Para Helen, casos assim são a prova de que parcerias monogâmicas só ocorrem em circunstâncias muito específicas. “E destas, a circunstância mais importante é quando a fêmea não pode criar o filhote sozinha. O mesmo aconteceu na evolução humana. Novos estudos indicam que nossos antepassados tem sido monogâmicos há 4 milhões de anos”, diz.

Helen também analisou o divórcio em 58 sociedades e notou que, no mundo todo, as pessoas tendem a se divorciar mais ou menos no quarto ano de casamento. “Eu percebi que quatro anos é o tempo necessário, mesmo quatro milhões de anos atrás, para que um homem e uma mulher, juntos, criem uma criança em sua primeira infância. Depois disso, tios, tias e até crianças mais velhas podem cuidar dela. Então, provavelmente por milhões de anos, ter uma série de relações monogâmicas era uma estratégia adaptativa”, conclui.

O raciocínio de Helen é o seguinte: se você tem uma série de maridos – ou uma série de esposas – você teria filhos com cada um deles e geraria maior variação genética, mas ao mesmo tempo os dois podiam colaborar na criação da criança. Segundo ela, isso aceleraria o processo evolutivo. “Vamos olhar para uma mulher que, hoje, tenha tido três maridos e filhos com dois deles. O que ela fez de acordo com a perspectiva evolutiva? Deu maior variedade genética a seus bebês”, diz Helen, que tem sido, ela mesma, adepta da monogamia em série – e sem filhos – por toda sua vida.

Transcrito da Revista Galileu

A Casa Branca e sua imponência

A Casa Branca, sede oficial do Poder Executivo do governo dos Estados Unidos da América e residência oficial do Presidente da República, talvez seja um dos maiores ícones de Washington - DC, um dos edifícios mais reconhecidos no mundo, que fica no número 1600 da Pennsylvania Avenue.

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Vista aérea da Casa Branca (tomada do Washington Monument, o obelisco)
Além de escritório e residência dos presidentes, a Casa Branca é uma referência de governo que figura até no verso da nota de 20 dólares norte-americanos. A propriedade pertence ao National Park Service, o órgão federal que administra todos os parques nacionais e monumentos da América. Sob esse ponto de vista a casa é oficialmente denomidada President's Park".

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A Casa Branca que era cinza.
O que poucos sabem é que a residência oficial do presidente dos Estados Unidos, a famosíssima "Casa Branca" era originalmente cinza. Ela só foi pintada de branco depois de ter sido queimada pelos ingleses na guerra de 1814, quando até então era naquela cor. O nome "Casa Branca" foi, a partir daí, dado pelo presidente Theodore Roosevelt.

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Theodore Roosevelt
A Casa Branca basicamente tem em seu interior os seguintes compartimentos: 132 salas, 35 banheiros, 6 depósitos, 412 portas, 147 janelas, 28 lareiras, 8 escadas, 3 elevadores, 5 chefs decosinha em tempo integral, uma quadra de tênis, uma pista de boliche, um cinema, uma pista de corrida e uma piscina. E recebe 5.000 visitantes por dia!

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A Casa Branca foi construída depois da criação do Distrito de Columbia por um Ato do Congresso em dezembro de 1790. O presidente George Washington ajudou a escolher o local juntamente com o arquiteto urbanista Pierre L'Enfant, que já vimos antes, planejou e desenhou a cidade.

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A Casa Branca com o Marine One, o helicóptero presidencial
O arquiteto da Casa Branca foi escolhido numa competição que recebeu nove propostas concorrentes. O arquiteto James Hoban, um irlandês, recebeu a honra especial de colocar a pedra fundamental em 13 de Outubro de 1792. A construção foi completada em 1 de Novembro de 1800, depois de 8 anos de construção, na qual foram gastos, em valores atuais, cerca de US$ 2,4 milhões.

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A Casa Branca vista da Laffayette Square
Faça um tour fotográfico pelo interior da Casa Branca
White House "Winter Holiday" Tour
Fotografias de UrbanVagos
Foram o Presidente George Washington e o então Secretário de Estado Thomas Jefferson, em 1792, que abriram a competição entre arquitetos que desenhariam os dois mais famosos edifícios de todo o país: a Casa Branca e o Capitólio. Dizem que o próprio Jefferson competiu sob um pseudônimo, tendo perdido ambos.

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Para o desenho da Casa Branca o arquiteto Hoban inspirou-se nas vilas anglo-irlandesas Leinster House, em Dublin. Ainda que o Presidente Washington tenha mandado construir a Casa Branca, nunca a habitou. O Presidente John Adams, eleito em 1796, osegundo presidente americano, foi o primeiro a morar na casa oficial. Abigail Adams, esposa do Presidente Adams, conformou-se em viver na inacabada casa.

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John Adams
A esposa de John Adams, primeiro presidente americano a se instalar na Casa Branca, não encontrando sequer um varal para arejar os trajes da família, os pendurou em pleno Salão Leste, sendo o primeiro ato que tornou a casa algo menos presidencial e mais residencial, o que motivou as inúmeras modificações posteriores.

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Limousine presidencial - blindagem à prova de morteiro
O Presidente Thomas Jefferson, depois de mudar para a casa em 1801, também não se impresionou nem gostou dela por achá-la grande demais. Thomas Jefferson fez mudanças estruturais sob desenhos do arquiteto Benjamin Henry Latrobe, como a adição de alguns pavilhões e terraçosem ambos oslados do edifício.

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A Casa Branca vista do National Mall
Com James Madison, o Presidente de 1809 a 1817, houve uma tentativa de incêndio pelos britânicos na Casa Branca, na Guerra de 1812. Ainda que o fogo não tenha consumido todo edifício por causa de uma providencial tempestade de verão, os estragos foram grandes. Após o incêndio, Madison trouxe o arquiteto Hoban de volta para restaurar a mansão, o que levou três anos. Foi durante essa restauração que o edifício foi pintado de branco e, mais tarde, adicionados os pórticos das alas norte e sul.

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O helicóptero Marine One levantando vôo dos jardins da Casa Branca
Expansões e alterações também foram felitas pelo Presidente Theodore Roosevelt, que declarou a casa insegura para ser habitada por um presidente. Ele executou obras de remodelação neste sentido e alterou o ático do terceiro andar em quartos e salas habitáveis e adicionou o a um Executive Office e a East Gallery, separando a área de trabalho do presidente, da área familiar. Em 1909, o arquiteto Nathan C. Wyethextendeu a asa de escritórios adicionando oque hoje é conhecido como Salão Oval da Casa Branca.

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O endereço oficial da Casa Branca
Ainda que informalmente usado algumas vezes, foi o Presidente Theodore Roosevelt que oficializou o nome da residência oficial dos presidentes dos Estados Unidos como White House.

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A bonita Penn Avenue, em frente à casa Branca
Finalmente, a maior renovação ocorreu durante o período do Presidente Harry Truman, que decidiu novamente que o edifício era inseguro e substituiu alguns detalhes de fachada, como painéis e janelas, adicionando um balcão (sacada) ao Pórtico Sul. De todo modo, as modificações semrpe foram feitas de maneira cuidadosa, preservando um dos símbolos máximos do povo americano e sua presidência. A White House, é um símbolo arquitetônico que significa a residência presidencial e o exemplo dos ideiais norte-americanos de liberdade e justiça.

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Quanto mais perto da Casa Branca, maior a segurança
A White House fica na 1600 Pennsylvania Ave., NW. Os tours organizados são limitados a grupos de 10 pessoas e são reservados com antecedência de cerca de um mês. Os self-guided tours infelizmente não são mais possíveis sem marcação com muita antecedência, portanto será impossível pensar em visitar a cidade e conhecer a Casa Branca por dentro.

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Até mesmo cães policiais farejadores de explosivos fazem a segurança das imediações


18 abril 2010

Dia Mundial da Terra - 22 de abril


O Dia da Terra foi criado em 1970 quando o Senador norte-americano Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição. É festejado em 22 de abril e a partir de 1990, outros países passaram a celebrar a data.

Sabe-se que a Terra tem em torno de 4,5 bilhões de anos e existem várias teorias para o “nascimento” do planeta. A Terra é o terceiro planeta do Sistema Solar, tendo a Lua como seu único satélite natural. A Terra tem 510,3 milhões de km2 de área total, sendo que aproximadamente 97% é composto por água (1,59 bilhões de km3). A quantidade de água salgada é 30 vezes a de água doce, e 50% da água doce do planeta está situada no subsolo.

A atmosfera terrestre vai até cerca de 1.000 km de altura, sendo composta basicamente de nitrogênio, oxigênio, argônio e outros gases.

Há 400 milhões de anos a Pangéia reunia todas as terras num único continente. Com o movimento lento das placas tectônicas (blocos em que a crosta terrestre está dividida), 225 milhões de anos atrás a Pangéia partiu-se no sentido leste-oeste, formando a Laurásia ao norte e Godwana ao sul e somente há 60 milhões de anos a Terra assumiu a conformação e posição atual dos continentes.

O relevo da Terra é influenciado pela ação de vários agentes (vulcanismo), abalos sísmicos, ventos, chuvas, marés, ação do homem) que são responsáveis pela sua formação, desgaste e modelagem. O ponto mais alto da Terra é o Everest no Nepal/ China com aproximadamente 8.848 metros acima do nível do mar. A Terra já passou por pelo menos 3 grandes períodos glaciais e outros pequenos.

A reconstituição da vida na Terra foi conseguida através de fósseis, os mais antigos que conhecemos datam de 3,5 bilhões de anos e constituem em diversos tipos de pequenas células, relativamente simples. As primeiras etapas da evolução da vida ocorreram em uma atmosfera anaeróbia (sem oxigênio).

As teorias da origem da vida na Terra, são muitas, mas algumas evidências não podem ser esquecidas. As moléculas primitivas, encontradas na atmosfera, compõe aproximadamente 98% da matéria encontrada nos organismos de hoje. O gás oxigênio só foi formado depois que os organismos fotossintetizantes começaram suas atividades. As moléculas primitivas se agregam para formar moléculas mais complexas.

A evidência disso é que as mitocôndrias celulares possuam DNA próprio. Cada estrutura era capaz de se satisfazer suas necessidades energéticas, utilizando compostos disponíveis. Com este aumento de complexidade, elas adquiriram capacidade de crescer, de se reproduzir e de passar suas características para as gerações subseqüentes.

A população humana atual da Terra é de aproximadamente 6 bilhões de pessoas e a expectativa de vida é em média de 65 anos.

Para mantermos o equlíbrio do planeta é preciso consciência dessa importância, a começar pelas crianças. Não se pode acabar com os recursos naturais, essenciais para a vida humana, pois não haverá como repô-los. O pensamento deve ser global, mas a ação local, como é tratado na Agenda 21.

Transcrito do site Ambiente Brasil

11 abril 2010

Inveja: ou você a tem ou alguém sente de você


Mais pertinaz do que o ódio, mais intensa do que os ciúmes, tão antiga como o ser humano. A inveja é universal, mas ninguém admite senti-la!

A inveja constitui um tabu social que se carrega em silêncio, porque, no fundo, implica uma admissão de inferioridade que não convém revelar em público. Este comportamento, segundo o sociólogo Francesco Alberoni, da Universidade Livre da Língua e da Comunicação, de Milão (Itália), deve-se ao fato de a inveja ser, essencialmente, "uma reação perante o reconhecimento da derrota".

Confrontados com o inalcançável e na tentativa de negar a frustração que nos produz, agimos de formas muito distintas. Algumas pessoas optam por imitar a figura que invejam (ou admiram) - a inveja emulativa (sã) pode constituir um estímulo, pois leva-nos a procurar redobrar os esforços para atingir o mesmo êxito; outras, se forem incapazes de atingir o mesmo objectivo, mergulham na depressão - a inveja depressiva pode nos fazer sentir uns inúteis; um terceiro grupo de indivíduos escolhe criticar, ou mesmo conspirar contra as pessoas que os ultrapassaram - a inveja hostil pode nos levar a odiar a pessoa invejada. Tudo depende da importância que se atribui ao objeto da nossa inveja e, sobretudo, do invejado.

Sentimos, então, inveja quando verificamos que outra pessoa ficou com algo que desejamos intensamente, ou consegue alcançar o que para nós é impossível. O resultado, em qualquer dos casos, é que a nossa auto-estima se ressente.

Exposto isto, alguns sociólogos, como o italiano Francesco Alberoni, autor de Os Invejosos, afirmam que é possível "domesticar" este desagradável sentimento. Para isso, sugerem que se sigam alguns passos:
. Reconhecer que se é invejoso.
. Expressar a inveja com humor.
. Compreender o que se esconde por detrás dela. Poderá ser, por exemplo, um anseio de adolescência não           satisfeito ou expectativas para a vida adulta não concretizadas.
. Relativizar as vantagens dos outros, isto é, dar-se conta de que ninguém é realmente assim tão feliz como por vezes, à primeira vista, vendo de fora, se pode pensar.
. Ser imparcial e considerar desapaixonadamente os êxitos alheios.
. Não provocar e alimentar inutilmente a inveja por parte dos outros.

D. Quixote dizia: "Todos os vícios, Sancho, trazem consigo um não sei quê de deleite; mas o da inveja não, só desgostos, rancores e raiva."

(Fonte: revista Super Interessante, Nº 68)

10 abril 2010

Você odeia ou já odiou seu vizinho?


A menos que você more numa região muito isolada, com certeza você já teve algum tipo de problema com vizinho.

Não tem jeito. Vizinho enche o saco mesmo. Você, como vizinho de alguém, certamente, também,  já perturbou a pessoa do seu lado. Não precisa fazer muito esforço: viver perturba .

Mas tem vizinhos que extrapolam. Tem alguns tipos clássicos que realmente não dar para suportar.

O mais clássico dentre os clássicos é o vizinho que escuta música alta. Normalmente, ele tem péssimo gosto , mas parece achar que está a lhe fazer um favor, permitindo que você ouça a mesma música que ele. 

Esse tipo de vizinho, na maioria das vezes, é um chato proposital. Ele sabe que vai incomodar e faz exatamente por isso. Já notou que todo vizinho que ouve música alta abre bem a porta e as janelas? Ele quer que o barulho dele se espalhe. Ouvintes de sertanejo e funk normalmente fazem parte desta categoria.

O site Vida Simples publicou o Manual Prático da Boa Visinhança que ensina a lidar com várias espécies de vizinhos: desde o que escuta música nas alturas até os do tipo carente, desligado, loucos por abra, mau humorados, etc.

Você tem $ 10 milhões para escapar do holocausto do fim do mundo em 2012?


Uma empresa da Califórnia chamada Vivos oferece a oportunidade de você escapar com vida do holocausto do fim do mundo previsto para 2012 e passar a viver na clandestinidade em luxuosos bunker subterrâneos construido por ela para essa finalidade.

O bunker apocalíptico imaginado por essa empresa da California,  pode oferecer a você, sua família, e mais 4.000 outras pessoas, a chance de escapar do fim do mundo, refugiando-se em uma rede de 20 abrigos subterrâneos, construidos e equipados para sobrevivência humana por muitas gerações. Esse é um apelo que faz até as pessoas mais céticas não resistirem ao fascínio de sobreviverem  de uma catástrofe dessa magnitude, em situações tão confortáveis.

A Vivos afirma ser uma empresa privada sem filiação religiosa - exceto talvez para os deuses do comércio. Ela em sua visão agnóstica, lista em seu material de propaganda todas as possíveis razões pelas quais uma pessoa pode querer investir nesse projeto, incluindo as previsões de Nostradamus, dos Maias, dos Hopi, e da própria Bíblia.

Essa Empresa também promete que os abrigos de sobrevivência serão abastecidos com: geração de energia, poços de água, sistemas de filtração, eliminação de esgoto,  fornecimento de comida, equipamentos de segurança e médicos.

Veja o vídeo:


O preço para usufruir de tudo isso é somente $ 10 milhões. Se você tiver interessado visite o site abaixo para maiores informações.

06 abril 2010

Dinheiro compra felicidade sim!


A ciência comprovou que aquela famosa frase "O dinheiro não compra a felicidade" está relativamente errada. O dinheiro compra, sim, a felicidade. Mas, somente se o seu pomposo proprietário possuí-lo em quantidade superior aos seus amigos e vizinhos.

Um recente estudo científico demonstrou que, na verdade, um bom carro próprio, uma bela casa, bem como determinados artigos de luxo,  realmente nos faz bastante felizes e se forem melhores do os das pessoas mais próximas, essa felicidade se redobra. Na Inglaterra, a impossibilidade de se conseguir um status superior, está convertendo uma boa parte dos ingleses em "infelizes crônicos".

A pesquisa intitulada "Dinheiro e Felicidade",  durou sete anos e envolveu mais de 10.000 pessoas que responderam sobre a reação existente entre o dinheiro e o bem estar que ele proporciona. O estudo chegou a conclusão de que se é mais feliz quando se possui mais recursos do que os nossos vizinhos e amigos.

Esta curiosa situação é fruto da importância crecente que o dinheiro vem tendo nos últimos quarenta anos: podemos ter um bom automóvel, mas, os nossos vizinhos, não. Se todo mundo possui os mesmos recursos e o mesmo bem estar que nós, a idéia de status social diminui e, com ele, a nossa real felicidade.

Fonte: Telegraph

04 abril 2010

O brinquedo sexual mais caro do mundo


O brinquedo sexual mais caro do mundo (40 mil euros) em ouro 18 quilates com 117 diamantes, que foi criado pelo joalheiro francês Jean-François Tokars, foi apresentado (segunda-feira 22/03) em Paris, capital francesa.

“Concebemos este ’sex toy’ (brinquedo sexual) como uma declaração de amor um tanto especial para gente rica”, explicou na sexta-feira à AFP o joalheiro Jean-François Tokars, assegurando que existe mercado para esses objetos, dos quais vários já foram vendidos.

A iniciativa do joalheiro não surpreende Alain Plumay, curador do Museu do Erotismo de Paris: "há uma espécie de continuidade. Os objetos de representação fálica produzidos com materiais preciosos como os chifres de cervo, marfim ou bronze existem desde o neolítico", disse à AFP.

Fonte: G1

03 abril 2010

Breve história do chocolate


Ele nasceu como a bebida preferida dos deuses maias. Virou moeda para os astecas e se tornou barra no século 19, na Europa. Alimentou o exército americano na Segunda Guerra e a ciência descobriu suas capacidades antidepressivas. Nos últimos 3.500 anos, o alimento feito à base de cacau já passou por quase todo tipo de forma, cor e sabor – bombom, oval, branco, amargo. É tanta polivalência que até uma versão inalável surgiu em 2009.

Entre 1.500 a.C e 200 d.C.
Por meio de análises de DNA, cientistas apontam o norte da América do Sul como o berço do cacau. Viajantes das rotas comerciais carregam as sementes para a América Central.

250-900 d.C.
No México, os maias utilizam cacau como oferenda aos deuses. A semente começa a ser processada. Depois de fermentada, secada, tostada e moída, é obtida uma pasta, que é misturada a água, pimenta e farinha de milho. Surge a primeira forma do chocolate

1400
Astecas dominam a civilização maia. O cacau serve de alimento para o deus Tenochitlán. A bebida só circula entre nobres. Adoçada com mel e especiarias, ganha o nome de cacauhatl (água de cacau) ou xocoatl (água amarga)

1513
O cacau já funcionava como moeda entre maias e astecas e, com o domínio dos espanhois, a partir de 1502, o uso continua. O espanhol Fernando de Oviedo y Valdez comprou um escravo por cem sementes de cacau. Dez sementes pagavam uma prostituta e quatro davam direito a um coelho no jantar

1521
O primeiro navio espanhol carregado de sementes de cacau chega à Europa. Os espanhóis adicionam açúcar à bebida dos astecas.

1600-1799
O chocolate quente vira sensação na Europa. A rainha Anna, da Áustria, vira “chocólatra”. À base do trabalho braçal de escravos africanos, a Espanha e Portugal se tornam principais fornecedores

1828
O holandês Conrad Van Houten inventa uma máquina que extrai a manteiga do cacau. A parte restante é transformada em pó. A produção da bebida é industrializada. Surge o chocolate sólido, feito de manteiga, pó e massa de cacau

1847
A primeira barra comercializada em escala foi produzida pela companhia inglesa J. S. Fry & Sons, localizada em Bristol. Tinha sabor amargo e bruto. Anos depois, a empresa começa a vender a Fry’s Chocolate Cream Bar. Em 1873, inventa o ovo de Páscoa

1891
Surge a primeira fábrica de chocolates do Brasil, a Neugebauer, fundada por imigrantes alemães no Rio Grande do Sul

1913
Publicada pela Walter Baker & Company a primeira receita de “tabletes de baunilha”, um doce feito com manteiga de cacau, açúcar, leite e baunilha, depois batizada de “chocolate branco” (que de chocolate só tem o nome: a fórmula não leva cacau, apenas a gordura tirada da semente)

1938
Nasce o Diamante Negro. É batizado em homenagem ao artilheiro da Copa da França, o brasileiro Leônidas da Silva. Lançado o bombom Sonho de Valsa e, quatro anos depois, o Bis

1937
O poder energético e antidepressivo do chocolate é reconhecido pelo exército americano e começa a fazer parte da “ração D”, levada para a guerra pelos soldados

1941
Nos EUA, Forrest Mars lança o M&M’s, pastilhas de chocolate recobertas com uma camada de açúcar colorido. Ele tinha visto soldados espanhóis comerem algo parecido durante a Guerra Civil Espanhola. A Mars é a maior compradora de cacau do mundo

1964
O escritor britânico Roald Dahl cria o menino Charlie e os pequenos Oompa-Loompas com o livro A Fantástica Fábrica de Chocolate. A obra é levada às telas em 1971 por Mel Stuart, estrelada por Gene Wilder. Tim Burton apresentou a sua versão, com Johnny Depp como o doceiro Willie Wonka, em 2005

1970
Começa a fabricação brasileira de chocolate diet, para pessoas com diabetes. O sabor era muito ruim e só melhora a partir da década seguinte, com a combinação de novas substâncias para adoçar o cacau

1985
Chantal Fravre-Bismuth, toxicóloga do Hospital Fernand Vidal, em Paris, investigou as causas da chamada "chocolatemania". Ela estudou como os compostos químicos do produto que afetam o corpo humano. Segundo ela, a dopamina, a fenietilamina e 17 receptores de anfetaminas são responsáveis pelo desejo de comer chocolate

1997
O artista brasileiro Vik Muniz, radicado em Nova York, lança quadros desenhados com chocolate derretido

2005
Pesquisadores da Universidade Di L' Aquila, na Itália, comprovam que o consumo de chocolate meio-amargo, com alto teor de flavonóides, tem o poder de reduzir a pressão sanguínea em pessoas com hipertensão

2009
Surge Le Whif, um tipo de chocolate inalável, que vem em uma embalagem parecida com uma carteira de cigarros. Vem em quatro sabores, livres de calorias.


O maior barco do mundo movido a energia solar



O PlanetSolar, o maior barco do mundo movido unicamente à energia solar, foi batizado e lançado nágua nesta quarta-feira na cidade de Kiel (norte da Alemanha), numa cerimônia que serviu como  prenuncio para os testes de navegação, antes dele empreender uma longa viagem ao redor do mundo. 

Com 31 metros de comprimento por 15 metros de largura e uma área de 500 metros quadrados de células fotovoltaicas, o PlanetSolar é o primeiro barco a ser construído com estas características, destinado a demonstrar o potencial e as possibilidades das energias renováveis.

Depois de alguns meses de atraso, finalmente sua construção foi concluida nesta  quarta-feira. Ao meio-dia o navio já flutuava na água, pronto para começar os testes técnicos realizados por especialistas da empresa Sun Power Corporation, criadores do projeto. 

Desenvolvido por uma equipe internacional de engenheiros, físicos e construtores navais, ele foi projetado para navegar com energia obtida a partir de cerca de 38.000 painéis solares, que apresentaram uma eficiência de,  pelo menos,  22% a mais do que a placas convencionais anteriormente comercializadas por esta mesma empresa. 

A espectativa é de que este Catamarã se torne o primeiro barco solar a atravessar o Oceano Atlântico em menos tempo e, também,  o primeiro barco dessa espécie a navegar nos oceanos Pacífico e Índico. 

A cobertura do barco tem uma área de 500 metros quadrados de painéis solares fotovoltaicos, conectados a potentes baterias que pesam 13 toneladas, quase um quarto do peso total da embarcação que é de 60 toneladas. 

A empresa alemã GAIA que desenvolveu as baterias do barco, afirmou que elas pode acumular até 1,3 megawatts de energia a baixo nível, e que isso permite que a embarcação navegue no escuro ou no meio de uma tempestade. 

Projetado pelo engenheiro neozelandês Craig Loomes, o catamarã carrega dois platine-flotador  hidrodinâmico, que estão unidos por quatro patas a seu casco. Todos eles foram construídos utilizando leves fibras de carbono  para limitar ao máximo o seu peso. 

Equipado com duas hélices de carbono duas vezes maior do que o normal para um barco de seu tamanho, o catamarã é alimentado por quatro motores elétricos com potência de 176 quilowatts. Seu consumo normal é de apenas 20 quilowatts por hora, o que os engenheiros acredita ser o ideal. 

No início do próximo ano, o  PlanetSolar realizar uma turnê mundial que vai levá-lo ao cais de Hamburgo, na periferia de Londres e Paris, na Europa e em Nova York, San Francisco, Cingapura e Abu Dhabi.
PlanetSolar

02 abril 2010

O jumento merece uma medalha


O jumento é considerado por muitos,  um animal insignificante, o símbolo da pouca  inteligência e da brutal ignorância. No entanto,  o jumento é muito mais importante e interessante do que seu estereótipo.

Esses animais possuem 62 cromossomos (16 a mais do que os seres humanos) e pode cruzar sexualmente com outros animais diferentes de sua espécie, como cavalos e zebras. Do cruzamento entre o jumento macho  com uma égua, nasce a mula. Do cruzamento entre um cavalo e uma jumenta, nasce o burro. As zebras cruzadas com jumentos, nascem os cebroides. Apenas 1 em cada 10.000 desses animais híbridos são férteis.

Uma análise recente revelou que o leite das jumentas é muito rico em oligossacarídeos e  carboidratos, e têm grandes potencialidades imuno-estimulantes. No Brasil e na Índia, muita gente utiliza esse leite como alimento infantil. Também é muito utilizado em casos de AIDS e câncer e tem pessoas que afirmam que ele (o leite) tem efeito similar ao Viagra.

Os jumentos são animais muito valentes. Nunca correm quando ficam em perigo, apenas zurram alto para intimidar o agressor. O jumento é o único animal do seu tamanho que não foge ao encontrar um leão. É por isso, que na África eles são usados para proteger o gado. Até os cães têm medo dos jumentos. Eles são muito precisos em seus coices, sua principal defesa.

Na Europa, praticamente, não há mais jumentos. Apenas na Espanha ainda sobrevivem algumas espécies nativas, que estão ameaçadas de extinção. Na América do Sul, o Brasil - principalmente a região Nordeste - é o país que ainda concentra o maior número desses animais.

Antigamente os jumentos eram os principais meios de transporte de carga.  Eles interligaram regiões e promoveram o comércio de mercadorias da época. Isso foi capaz, principalmente, pela sua obediência e docilidade e, também, pela sua capacidade de carregar até 30% do seu peso. O jumento foi domesticado na Etiópia e na Somália há cerca de 6.000 anos atrás.

Na próxima vez que for chamar alguém de jumento na intenção de depreciá-lo, lembre-se disso!

30 março 2010

Museu do tráfico no México


Esse é um “espaço cultural” para deixar o Poderoso Chefão morrendo de inveja. O prédio de Segurança Nacional do México abriga um museu bastante incomum – e aberto somente para cadetes em formação e convidados especiais – o museu do tráfico de drogas mexicano.  A maior parte da exposição do Museu do Enervante é dedicada à exibição dos mais criativos truques que os traficantes usam para burlar a lei, além de itens de ostentação absurdos, que incluem até armas incrustadas de diamantes.

Quando um acusado de tráfico é condenado no México, seus bens são leiloados em hotéis ou mesmo no Ebay. Para ter certeza de que nenhum outro traficante compre os itens como troféu, o governo registra todos os compradores. Entre os bens normalmente leiloados estão as mansões gigantes que, não raro, têm zoológicos com animais raros - os animais, é claro, não são leiloados.
As imagens abaixo te levarão em um pequeno tour por esse museu restrito – e talvez sejam o mais perto que você chegará desses objetos.
A arma à direita tem 121 brilhantes e pertenceu ao traficante mexicano Estanislao Olmostem.
Corredor da exposição que é aberta somente para cadetes em formação e convidados especias
Montanha de dinheiro apreendida em ação policial.
Pistolas banhadas em ouro
Transcrito da Revista Galileu online

 

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