20 março 2010

Internet concorre ao Nobel da Paz


Internet concorre ao Nobel da Paz. Faz sentido uma tecnologia inanimada ser nomeada ao prêmio?
Duzentos e trinta e sete indicados para o Nobel da Paz 2010. Muita gente boa, algumas indicações polêmicas e uma entidade abstrata – a internet. 
A notícia de que a 'grande rede', a 'web', a 'rede mundial de computadores' está concorrendo ao prêmio ecoou esta semana. Muita gente estranhou o fato de que uma 'coisa não humana' pudesse ganhar o prêmio.

E o nosso destaque vai para o texto que saiu em uma das publicações que mais incentivou a indicação. Wired,  a famosa revista norte-americana de variedade, tecnologia e novas tendências. Inclusive, a versão italiana da publicação foi a grande responsável pela entrada da internet na disputa.
Eis um trecho do artigo, que já começa problematizando (com bom humor) a questão:

Previsivelmente, a nomeação da internet foi recebida com uma onda de ceticismo. Afinal, não é ridículo dar uma das maiores honrarias do mundo a uma tecnologia inanimada? Um amigo meu perguntou: "Que tal dar [o prêmio] ao papel, já que todos os acordos de paz foram escritos nele?"

Para ler todo o texto, continue pela página da revista (em inglês). 

19 março 2010

Enterro líquido: o jeito ecológico de morrer


Você recicla seu lixo, vai trabalhar de bicicleta, adota animais abandonados, faz doação para o GreenPeace todo Natal e encaminha todo e-mail de PowerPoint ecológico que recebe. Leva uma vida de bem com o meio-ambiente... não vai querer morrer e poluir a Terra, vai? Se sua resposta for não, você deve esquecer o enterro e a cremação e pedir para os seus parentes levarem seu corpo para a ressomação.

A ressomação é a alternativa mais “ambientalmente correta” que existe hoje para lidar com a morte. Ela consome 1/6 da energia e emite menos carbono do que a cremação, anteriormente considerada o método mais ecológico. Em vez de queimar, o corpo é liquefeito por meio de uma hidrólise alcalina, que imita o processo de decomposição natural – mas acontece muito mais rápido.

Depois de aplicada a técnica, seu corpo se torna um líquido com aminoácidos, peptídeos e fosfato de cálcio que, após filtrado, pode ser devolvido como água pura para o solo. Um belo legado para deixar ao mundo, não?
O esquema abaixo explica melhor o método:Editora Globo

Será que ela está a fim? Preste atenção nos lábios dela


Se você nunca entende o que as mulheres querem, este batom pode dar uma forcinha. Desenvolvido na Califórnia, o Mood Swing Emotionally Activated Lip Gloss muda de cor dependendo do estado de excitação da mulher. 

Em estados normais, ele é cor-de-rosa, mas fica vermelho à medida em que elas se interessam.

O perigo é usar no ônibus, para falar com o pessoal do trabalho, ou com o amigo do namorado e acabar entregando o jogo. 

Mas quem disse que os homens reparam em maquiagem, né?

18 março 2010

A gordura foi classificada como o sexto sabor


Todos nós sabemos que a língua humana é capaz de detectar cinco sabores: salgado, azedo, amargo, doce e umami (rico em proteínas e presente em molhos da cozinha oriental, como o molho de soja). Mas agora Keast Russell e colegas da Universidade Deakin, em Melbourne (Austrália) afirmam ter encontrado o sexto sabor na gordura.

Para constatar isso, Keast analisou 50 indivíduos com a única finalidade de detectar conteúdos graxos em diversos tipos de comida. Os pesquisadores comprovaram que alguns indivíduos eram mais sensíveis ao sabor gorduroso do que outros e que essa maior ou menor capacidade, estava diretamente relacionada ao peso e ao percentual de gordura corporal de cada um deles. "Os indivíduos mais sensíveis ao sabor graxo, principalmente aqueles que o detectam em pequenas quantidades de alimento, consomem menos quantidade de gordura e são mais delgados do que os que têm dificuldade para detectá-la", explica Keast, que assegura que estes últimos têm uma marcada tendência para a obesidade. Sua hipótese é que algumas pessoas perdem a sensibilidade a gordura quando a consomem demasiadamente, porque o corpo se adapta a uma dieta rica em gordura, e isso torna-os mais propensos a consumir alimentos ricos em calorias.

Apesar dessa comprovação, a pesquisa de Keast não é suficiente para classificar oficialmente a gordura como um novo sabor. Para que isso ocorra é necessário provar que existe receptares específicos para o sabor graxo na boca. "Nós já temos algumas células candidatas a atuar como receptores", adiantou Keast, que está determinado a continuar as investigações sobre este tema.
 

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