15 abril 2010

Bike Bus - bicicletas em substituição ao automóvel


Desde o início do mês, a empresa de ônibus paulistana Sambaíba colocou em circulação na cidade de São Paulo, alguns ônibus com suporte dianteiro para bicicletas. Essa iniciativa, que ainda esta em fase esperimental, visa estimular o paulistano a substituir o carro pelo ônibus e, dependendo do trajeto, complementar  o seu itinerário utilizando a sua velha bike.

Quando esse serviço entrar em funcionamento, a Prefeitura vai traçar várias rotas, que, de princípio, deverão passar por regiões da cidade que possuam ciclo faixas. Dessa forma o passageiro pode pedalar com segurança até o ponto de ônibus e, também, além dele quando o seu roteiro exigir.

Apesar da Sambaíba está copiando o mesmo sistema utilizado pela empresa de transporte público de Lisboa Carris, a iniciativa não deixa de ser louvável e nem de ter os seus méritos. Esperamos que esse tipo de serviço possa no futuro se expandir e ser prestado nacionalmente por todas as empresas de transporte públicas e privadas do Brasil.

Congresso médico mundial prescreve drogas alucinógenas como LSD, maconha e outras


Pesquisadores de todo o mundo estão reunidos esta semana em San Jose, Califórnia, na maior conferência sobre ciência psicodélica realizada nos Estados Unidos nas últimas quatro décadas. Eles pretendem discutir  e aprimorar o uso intensivo de drogas psicodélicas no tratamento de pacientes depressivos em virtude de doenças, como: câncer em estado terminal, transtorno obsessivo compulsivo, ansiedade, stress traumático, alcoolismo e, até,  víciados em drogas.

Se depender dos pesquisadores do evento “MAPS 2010: Ciência Psicodélica no Século XXI” , em alguns anos esses pacientes poderão fazer seus tratamentos com LSD, cogumelos psicodélicos, ayahuasca (o chá do Santo Daime), ecstasy e ibogaína - além, é claro, da ampliação do uso medicinal da maconha.

Em um estudo preliminar envolvendo 36 pessoas com problemas graves de saúde (físicos e/ou emocionais), o Dr. Griffiths e seus colegas utilizaram a psilocibina experimental e constataram melhoras significativas na vida desses pacientes. Alguns deles descreveram o método experimental "como uma experiência espiritual profunda" com consequências positivas para a maioria deles. Nenhum desses pacientes tinham tido qualquer experiência anterior com alucinógenos, e nenhum deles estava certo de que era droga alucinógena que estava sendo administrada.

Veja detalhes dessa matéria no The New York Times.

12 abril 2010

O Vaticano perdoa os Beatles


Levou um bom tempo, mas, até que em fim,  o Vaticano se rende as evidências e resolve perdoar os Beatles. O L'Osservatore Romano, jornal pertencente a igreja católica, publicou dois artigos (em italiano) dedicados ao 40º aniversário de separação do grupo e, também, estampou em sua coluna uma foto dos desenhos animados do Beatles atravessando a faixa de pedestre. A mesma foto que foi capa do álbum Abbey Road.

Percebe-se, com isso, que as palavras de John Lennon já não soam mais com a mesma intensidade, quando afirmou que o seu grupo era mais famoso que Jesus Cristo e a igreja interpretou como "uma mensagem misteriosa, ou talvez satânica". O Vaticano agora se redime e faz, através de seu jornal, eloquentes elogios ao grupo de Liverpool: "O que teria sido da música Pop, sem a existência dos Beatles?" e descreve as músicas como no mínimo "bonitas".

Para o Vaticano, a vida de excessos do grupo de Liverpool não tem tanta importância, quando nos damos o prazer de ouvir suas belas músicas. Segundo o artigo, "Ouvir suas canções é como se as afirmações de John Lennon fizessem parte de um passado muito remoto e de pouca importância" e acrescenta "Belas melodias, que mudaram a música Pop para sempre e ainda nos tocam e vivem em nós como jóias preciosas".

Essa não é a primeira vez que o jornal elogia o trabalho dos Beatles. Há dois anos atrás eles inalteceram o White Album e em fevereiro último incluíram o Revolver na lista dos albuns que tiveram a aprovação da igreja.


11 abril 2010

Toe-Mouse: mouse para os pés


Como seria a vida de uma pessoa deficiente num mundo totalmente informatizado, que não tivesse mobilidade nas mãos ou mesmo que não as tivesse? O designer Liu Yi pensou sobre o assunto e encontrou a solução para o problema: criou um mouse óptico para os pés.

O Mouse Toe foi especialmente concebido para aqueles que têm deficiência nos membros superiores e não podem usar suas mãos para mover um mouse convencional. Ele esta ergonomicamente projetado para ser usado com os pés. O seu utilizador só precisa colocá-lo entre o dedão e o segundo pododáctilo. Exatamente como se estivesse calçando uma sandália. 

O sensor abaixo do dedão do pé age como o botão de clique esquerdo e o abaixo do segundo dedo do pé é o botão direito. Quem esperimentou não achou muitas falhas neste projeto, e considerando as dificuldades por que passam as pessoas com essa deficiência,  se pode dizer que essa é uma invenção fantástica e que vai ajudar muita gente, principalmente na facilitação da inclusão informática.

 

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