18 abril 2010

Estresse - o inimigo número 1 das mulheres


Para a população feminina entre 18 a 29 anos, o estresse é o pior problema a ser enfrentado, como conclui uma pesquisa realizada pela Society for Women’s Health, de Washington, Estados Unidos. A grande causa da pressão é para conseguir chegar aos 30 anos com uma carreira consolidada, uma casa e um relacionamento estável. Mas as entrevistadas apontam outros fatores também, como: dinheiro (63%), ganhar peso (59%) e estudos (27%). 

No Brasil, outra pesquisa coordenada pelo International Stress Managment Association (Isma), organização dedicada ao estudo do estresse, revelou números não menos assustadores: 70% dos brasileiros economicamente ativos sofrem com o estresse; destes, 78% têm sintomas físicos associados, como dor muscular, e 70% reclamam de falta de concentração e distúrbios de libido (29%). Ou seja, tentar fugir desse estresse deve ser uma das metas da nossa vida.

O primeiro passo para espantar as causas é se empenhar em construir um estilo de vida saudável: dormir o número de horas suficientes para recompor as energias e manter uma alimentação equilibrada, além de praticar exercícios físicos e separar um momento do dia para relaxar. O bom sono revigora, a alimentação saudável fortalece o organismo, a ginástica libera o hormônio chamado beta endorfina, que produz sensação de bem estar, e o relaxamento reduz a tensão física e mental. Além destes procedimentos básicos para o aumento da qualidade de vida, também é preciso refletir sobre o problema.

Três palavras resumem o controle do estresse: conscientização, flexibilidade e criatividade. Primeiro, deve-se pensar no estresse e identificar suas causas. Veja se ele não é produzido por você. Lembre de como você encara as situações, os problemas e os desafios. A partir daí, estabeleça seus próprios limites e aprenda a respeitá-los. Então, reconheça as demandas à sua volta e estabeleça prioridades. Por fim, esteja preparada para se aceitar as mudanças, criando alternativas próprias para adaptar suas necessidades às do meio onde vive.

Transcrito do site Viver Melhor

Plástico: o nosso veneno de cada dia


"Ninguem se livra. Nem você nem eu nem nossos amigos, familiares ou colegas. Cem por cento da população mundial apresenta contaminação por algum tipo de substância perigosa, que chega ao nosso  organismo através do ar, da água ou da comida".

É assim que começa um importante artigo que pode ser lido na revista digital  XL Semanal , sob o título "O Plástico está nos matando?"

Diante de alertas dessa natureza, apresentamos, a seguir, algumas recomendações para o uso adequado desse material (plástico) tão amplamente difundido em nossas vidas e que em alguns momentos nos esquecemos de que ele é fabricado a partir de produtos petrolíferos e que, em alguns casos, representa perigo para a nossa saúde.
  • Não reutilizar garrafas de plástico - Elas são feitas para serem utilizadas uma única vez e isso é amplamente recomendado nas embalagens. A utilização repetida pode ser prejudicada por filtragem de antimônio no líquido.
  • Não aqueça no microondas bandejas de poliestireno expandido (bandejas de isopor encontradas nos supermercados). Para esquentar alimentos no forno de microondas utilize plástico do tipo tupperware ou qualquer outro que contenha o símbolo de que é adequado para o microondas.
  • Não morder as canetas. Elas podem ter sido fabricadas com poliestireno ou polietileno. As duas substâncias contém estireno que agem no organismo como um disruptor endócrino.
  • Não utilize garrafas de policarbonato. As de vidros são muito mais seguras e saudáveis.
Como medida de precaução, devemos estar conscientes de que, geralmente, o plástico não é um bom elemento para ser reutilizado em nossos hábitos alimentares. Também não é um bom elemento para aquecer alimento em fornos de microondas. Lembre-se, calor e plástico não é uma boa combinação. A própria lógica nos convida a evitar isso.

E, claro, não podemos esquecer de que o plástico é um material altamente poluente e pode ficar por longos anos na natureza. Para o nosso próprio bem e para o bem da mãe natureza o melhor a fazer é evitar a utilização desse tipo de material em nossas residências.

Dia Mundial da Terra - 22 de abril


O Dia da Terra foi criado em 1970 quando o Senador norte-americano Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição. É festejado em 22 de abril e a partir de 1990, outros países passaram a celebrar a data.

Sabe-se que a Terra tem em torno de 4,5 bilhões de anos e existem várias teorias para o “nascimento” do planeta. A Terra é o terceiro planeta do Sistema Solar, tendo a Lua como seu único satélite natural. A Terra tem 510,3 milhões de km2 de área total, sendo que aproximadamente 97% é composto por água (1,59 bilhões de km3). A quantidade de água salgada é 30 vezes a de água doce, e 50% da água doce do planeta está situada no subsolo.

A atmosfera terrestre vai até cerca de 1.000 km de altura, sendo composta basicamente de nitrogênio, oxigênio, argônio e outros gases.

Há 400 milhões de anos a Pangéia reunia todas as terras num único continente. Com o movimento lento das placas tectônicas (blocos em que a crosta terrestre está dividida), 225 milhões de anos atrás a Pangéia partiu-se no sentido leste-oeste, formando a Laurásia ao norte e Godwana ao sul e somente há 60 milhões de anos a Terra assumiu a conformação e posição atual dos continentes.

O relevo da Terra é influenciado pela ação de vários agentes (vulcanismo), abalos sísmicos, ventos, chuvas, marés, ação do homem) que são responsáveis pela sua formação, desgaste e modelagem. O ponto mais alto da Terra é o Everest no Nepal/ China com aproximadamente 8.848 metros acima do nível do mar. A Terra já passou por pelo menos 3 grandes períodos glaciais e outros pequenos.

A reconstituição da vida na Terra foi conseguida através de fósseis, os mais antigos que conhecemos datam de 3,5 bilhões de anos e constituem em diversos tipos de pequenas células, relativamente simples. As primeiras etapas da evolução da vida ocorreram em uma atmosfera anaeróbia (sem oxigênio).

As teorias da origem da vida na Terra, são muitas, mas algumas evidências não podem ser esquecidas. As moléculas primitivas, encontradas na atmosfera, compõe aproximadamente 98% da matéria encontrada nos organismos de hoje. O gás oxigênio só foi formado depois que os organismos fotossintetizantes começaram suas atividades. As moléculas primitivas se agregam para formar moléculas mais complexas.

A evidência disso é que as mitocôndrias celulares possuam DNA próprio. Cada estrutura era capaz de se satisfazer suas necessidades energéticas, utilizando compostos disponíveis. Com este aumento de complexidade, elas adquiriram capacidade de crescer, de se reproduzir e de passar suas características para as gerações subseqüentes.

A população humana atual da Terra é de aproximadamente 6 bilhões de pessoas e a expectativa de vida é em média de 65 anos.

Para mantermos o equlíbrio do planeta é preciso consciência dessa importância, a começar pelas crianças. Não se pode acabar com os recursos naturais, essenciais para a vida humana, pois não haverá como repô-los. O pensamento deve ser global, mas a ação local, como é tratado na Agenda 21.

Transcrito do site Ambiente Brasil

17 abril 2010

Novo pâncreas artificial para a cura do diabetes


Os pacientes com diabetes do tipo 1 agora poderão controlar melhor suas enfermidades, graças a um novo pâncreas artificial que utiliza um algoritmo computadorizado para equilibrar os níveis de açúcar em seu organismo.

No diabetes do tipo 1, o pâncreas deixa de produzir insulina - um hormônio que regula os níveis de açúcar no sangue - e, também, deixa de liberar glucagon que eleva a concentração de açúcar no organismo. O novo pâncreas artificial, desenvolvido por bioquímicos da Universidade de Boston e do Hospital Geral de Massachusetts, resolve este problema quase que nas mesmas condições de um pâncreas saudável.

Seu mecanismo é composto de um monitor contínuo que mede os níveis de açúcar no sangue, de duas bombas que injetam tanto a insulina quanto o glucagon sob a pele, bem como de um computador portátil que executa o programa que calcula os níveis dos hormônios que os pacientes precisam em um determinado momento.

De acordo com o que foi descrito por seus criadores em um estudo publicado na revista Science Translational Medicine, embora ainda não seja a cura definitiva, a nova tecnologia representa uma mudança radical no tratamento desta doença cronica que afeta cerca de 285 milhões de pessoas em todo o mundo.

 

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