27 abril 2010

Porque comemos pipocas no cinema?


Apagam-se as luzes, os refletores de projeção se ascendem e a maioria das pessoas que ocupa a sala do cinema está com o seu pacote de pipoca entre as mãos. Mas, porque esse costume?

Esse costume foi inventado nos Estados Unidos entre 1929 e 1933, época da Grande Depressão que levou treze milhões de norte americanos ao desemprego. Devido a precária situação financeira, o principal meio de entretenimento era o cinema, na época um espectáculo acessível a todos os orçamentos. E, para ter o estômago igualmente entretido durante a exibição, os pobres espectadores compravam pipocas, que eram feitas da matéria prima mais abundante e mais barata daquela época nos Estados Unidos: o milho. 

Hoje, nos Estados Unidos, as vendas de pipoca chegam a 45% dos lucros dos cinemas! Os americanos consomem, por ano, 15,12 bilhões de litros de pipoca, cerca de 51 litros por pessoa. No Brasil, são 80 mil toneladas anualmente

Recentemente, o presidente da Sony Pictures propôs aos exibidores que oferecessem lanches mais saudáveis, como: iogurte e saladas de frutas, mas a moda não pegou. O costume da pipoca já está arraigado na população norte americana e se propagou para o mundo inteiro.

25 abril 2010

Humanidade deve evitar contato com alienígenas, alerta físico britânico


O renomado físico britânico Stephen Hawking sugeriu que os seres humanos devem evitar fazer contato com seres extraterrestres.

Em uma série de documentários a ser exibida em maio no Discovery Channel, Hawking diz que é "perfeitamente racional" acreditar que pode existir vida fora da Terra, mas adverte que os alienígenas podem simplesmente roubar os recursos do planeta e ir embora.

"Se os alienígenas nos visitassem, as consequências seriam semelhantes às (que aconteceram) quando (Cristóvão) Colombo desembarcou na América, algo que não acabou bem para os nativos", afirma.

"Nós só temos que olhar para nós mesmos para ver como vida inteligente pode evoluir para alguma coisa que não gostaríamos de encontrar."

No passado, foram enviadas sondas para o espaço levando artefatos com diagramas e desenhos mostrando a localização da Terra.

Hawking diz que a probabilidade matemática é de que existam seres vivos em outros lugares do universo mas "o verdadeiro desafio é imaginar como poderia ser a aparência dos alienígenas".

O programa especula sobre várias espécies de extraterrestres, inclusive herbívoros de duas patas e predadores semelhantes a lagartos.

Hawking admite, contudo, que a maior parte dos seres em outras partes do universo provavelmente não passará de micróbios.

Em uma série exibida recentemente na TV da BBC - Wonders of the Solar System (Maravilhas do Sistema Solar) - o físico britânico da Universidade de Manchester, Brian Cox, também sugeriu que pode haver vida em outra parte do nosso sistema solar.

Segundo Cox, pode haver organismos sob a camada de gelo que envolve Europa, uma das luas de Júpiter.

Ele afirmou que aumentam os indícios de que pode haver vida em Marte. "Nós só saberemos com certeza quando a próxima geração de naves espaciais, adaptadas para procurar vida, for lançada para as luas de Júpiter e as planícies áridas de Marte nas próximas décadas."

 

Trabalhar menos: a solução dos problemas do planeta?


Não, não se trata de um sonho. Um grupo de pensadores de origem inglesa argumenta que uma semana de 21 horas laborais pode ser uma solução para muitos dos problemas ambientais e sociais do planeta. 

Trata-se da Fundação para uma Nova Economia (NEF, na sigla em inglês), que publicou um relatório denominado “21 horas - Por que uma semana laboral mais curta pode ajudar todos a prosperar no século XXI”. Segundo esta visão, a redução das horas de trabalho pode distribuir melhor a renda e proporcionar maior bem-estar à população. 

"Muitos de nós estamos consumindo muito acima de nossas possibilidades econômicas (leia-se “endividando-se”) e muito além dos limites do meio ambiente, e mesmo assim, não conseguimos nos sentir melhor. Enquanto isso, outros sofrem com a pobreza e a fome", afirma o relatório da NEF. 

"Avançar na direção de uma semana laboral muito mais curta poderia nos ajudar a romper com o hábito de viver para trabalhar, trabalhar para ganhar e ganhar para consumir. [...] Uma semana de 21 horas poderia ajudar a distribuir o trabalho pago de forma mais equitativa entre a população”. 

A premissa é simples: as pessoas que trabalham demais, com uma semana laboral mais curta, poderiam reduzir o estresse e melhorar sua qualidade de vida, ganhando tempo para viver de forma mais sustentável, praticando o consumo responsável e se concentrando em outros valores que não os materiais.

Por sua vez, as horas economizadas poderiam ser assumidas por pessoas hoje desempregadas, repartindo a riqueza de forma mais equilibrada. 

O relatório indica também que a redução da jornada poderia engendrar uma economia mais robusta, que não se baseie no crédito, mas reconhece que o processo deve ser gradual. 

O documento do NEF pretende promover a discussão para viabilizar esta nova visão entre a sociedade. Trata-se de uma ideia simples, mas realmente interessante. Apesar de a implementação maciça ser um tanto complicada, como seria deixar de “viver para trabalhar, trabalhar para ganhar e ganhar para consumir” e começar a trabalhar para viver? É um ponto para reflexão dentro da esfera de ação individual. Qual é a sua opinião?

Relatório completo: 21 hours

24 abril 2010

A folha da maconha foi cunhada numa moeda, pode?


Os habitantes da pequena República de Benin, país da África ocidental, parecem gostar mesmo da "marijuana". Para confirmar essa verdadeira paixão a Casa da Moeda daquele país acaba de cunhar uma nova moeda em homenagem a famosa planta conhecida cientificamente por canabis sativa e popularmente por maconha.

Segundo eles, a homenagem faz parte do início de uma campanha que promove o lançamento de uma nova série de moedas, que passaram a circular em Benin, dedicadas as plantas mais populares do universo e intitulada "Fameuse Plantes du Monde".

A maior peculiaridade de tudo isso, é o fato da moeda apresentar o cheiro típico da maconha. Para sentí-lo , basta esfregar suavemente a folha de cor vede contida no seu anverso e cheirá-la. A folha verde (vide imagem acima) que representa a "canapa" foi devidamente colorida com uma tinta especial que ao ser esfregada exala o seu cheiro característico.

Não é nenhuma surpresa se essa exótica moeda de Benin passar a ter circulação mundial. Não pelo seu valor de troca, mas como um  objeto  raro, que desperte a cobiça de alguns colecionadores para o inusitado objeto. Assim como, para alguns, a moeda do dólar americano traz sorte à quem a tem em sua carteira, é bem provável que a moeda "emaconhada" também tenha seus benefícios e seja de bom alvitre tê-la em nosso poder.

 

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