Pesquisadores de todo o mundo estão reunidos esta semana em San Jose, Califórnia, na maior conferência sobre ciência psicodélica realizada nos Estados Unidos nas últimas quatro décadas. Eles pretendem discutir e aprimorar o uso intensivo de drogas psicodélicas no tratamento de pacientes depressivos em virtude de doenças, como: câncer em estado terminal, transtorno obsessivo compulsivo, ansiedade, stress traumático, alcoolismo e, até, víciados em drogas.
Se depender dos pesquisadores do evento “MAPS 2010: Ciência Psicodélica no Século XXI” , em alguns anos esses pacientes poderão fazer seus tratamentos com LSD, cogumelos psicodélicos, ayahuasca (o chá do Santo Daime), ecstasy e ibogaína - além, é claro, da ampliação do uso medicinal da maconha.
Em um estudo preliminar envolvendo 36 pessoas com problemas graves de saúde (físicos e/ou emocionais), o Dr. Griffiths e seus colegas utilizaram a psilocibina experimental e constataram melhoras significativas na vida desses pacientes. Alguns deles descreveram o método experimental "como uma experiência espiritual profunda" com consequências positivas para a maioria deles. Nenhum desses pacientes tinham tido qualquer experiência anterior com alucinógenos, e nenhum deles estava certo de que era droga alucinógena que estava sendo administrada.










1 comentários:
Pow, abri a página esperando um mega post sobre isso e você escreve algumas linhas e me manda ler a matéria no NY Times ?
Zuou o plantão...
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